Eu ia escrever sobre a lei de Murphy. Já tinha o post pronto, com provas e tudo, enorme. Mas parei e pensei bem… Murphy que vá pro inferno porque quem manda na minha vida sou eu!
Tenho passado por umas situações meio complicadas, mas não cabe contar aqui. Anyway, Murphy veio muito à minha cabeça esses dias. Comecei naquela típica “não poderia ficar pior“, passei pela “porque eu?!?!” e fui até a “INFEEEEERNO!“. Porém, depois de algumas (lê-se muitas) horas de sono e alguns comprimidos de Serenus, mandei Murphy para as cucuias e comecei a reorganizar minha situação.
Bom, não importa o que está acontecendo comigo, leitor, mas, o que quer que esteja acontecendo com você se estiver passando por dias ruins, não culpe Murphy. Esse sujeito não tinha mais o que fazer, sinceramente. Pense bem, leitor, no que você teve a contribuir para a situação porque Murphy não é um fantasma que ronda a vida de todos nós nem sua teoria é tão forte e válida como a gravidade, por exemplo.

Pronto, falei.

Preciso de um chá para acalmar, mas a essa altura não sei mais.

Sempre fui de prosa. Conto, crônica, o que for. Nunca verso, sempre prosa.
Agora descobri que escrevi um poema. Sem querer. Nasceu assim, sozinho. Em prosa, mas poesia.
Veio de uma vez só, do jeito que quis. Eu não escolhi, ele veio.

Sou de prosa e estou surpresa.

Quando tinha meus 12 anos, queria ser garota. Ser menina soava infantil, não era o bastante. Bobagem.
Hoje vejo muitas meninas em garotas de uniforme. Algumas delas serão sempre garotas. Superficiais, vidas vazias.
Acho que, no fundo, serei sempre menina.

E gosto de ser menina. Eu, menina. “Sua menina”.

E hoje não quero chá. Também não quero café.
Mas quero canecas ocupadas.

Chocolate para dois.

Há mais ou menos um mês, estava dando umas voltas pelo CNN e me encantei com um post sobre o trabalho desse cara em um jardim em Marysville, na Austrália. Dê uma olhadinha nas fotos e me diz se também não ficou morrendo de vontade de conhecer esse lugar fantástico.

Essas são só para dar um gostinho. Para ver mais imagens e conhecer melhor o trabalho do artista, clique aqui.

Um chá nesse jardim, hein? Hm…

A dona da casa.

19 anos, estudante de Letras, nascida e criada em Niterói, enrolada e desligada. Certas dúvidas quanto ao futuro, mas quem tem certeza? Tenho grande paixão por livros e como todas as azeitonas da pizza. Esperava um pouco mais desse mundo e só acerto nos doces. Aceita um chá?

O passado condena.

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