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Ontem acordei com soluços… Levando em conta que acordo quase arrastada e poucas vezes bem-humorada, o fato de ter minhas frases interrompidas por esses inconvenientes espasmos não me deixou nada satisfeita. Quando cheguei ao trabalho os soluços já tinham acabado, mas aproveitei o ensejo para dar uma cavucada pela internet sobre o assunto.
Segundo o Manual Merck:
O soluço é também uma forma de mioclonia que produz espasticidade repetida no diafragma (o músculo que separa o tórax do abdómen), seguida do fecho rápido e sonoro da glote (abertura entre as cordas vocais que controla o fluxo de ar para os pulmões).
O soluço pode ocorrer quando o estímulo activa os nervos que contraem o diafragma. Os nervos envolvidos podem ser os que entram e saem do diafragma (uma vez que a contracção deste músculo é responsável por cada respiração) ou então pode tratar-se dos nervos que inervam a área do cérebro que controla a respiração.
Ok, super científico, nada engraçado. Você não viu nada. Tratamento para o soluço:
Utilizaram-se muitos remédios caseiros para curar o soluço, os quais se baseiam no facto de que o soluço desaparece, habitualmente, quando o anidrido carbónico se acumula no sangue. Dado que ao conter a respiração aumenta a concentração de anidrido carbónico no sangue, a melhor das formas de curar o soluço baseia-se neste procedimento. Respirando dentro de um saco de papel também se elevam os valores do anidrido carbónico. A deglutição rápida de água, pão duro ou gelo picado pode ser útil para reduzir o soluço porque estimula o nervo vago, que nasce no cérebro e chega até ao estômago. Outras formas para estimular o nervo vago consistem em deitar ligeiramente a língua de fora e esfregar os olhos com suavidade. Qualquer destes procedimentos será eficaz para a maioria das pessoas com soluços.
Quase isso:

Uma crise de soluços na rua seria um tanto… Ruim para sua imagem… No mínimo.
Esqueci de trazer meu chá hoje… Mas tenho tomado um Lady Grey de manhã que é (literalmente) de outro mundo.

Na boca do povo.