Imaginou também? Terrível não? É justamente por isso que escrevo esse post. Eu passo por uma situações que tornam praticamento impossível não imaginar. Um tipo delas é o uso público de apelidinhos íntimos.
Você, leitor, como todos nós, tem direito de tratar sua namorada/noiva/esposa/amante pelo nome que bem entender, mas me faça um único favor: respeite o estômago das pessoas a sua volta. Cá entre nós, ninguém está muito interessado em saber se ela é seu “pãozinho-de-mel” e você o “pamonhazinho” dela, concorda?
Digo isso porque cheguei à conclusão de que estou cercada de casais sem-noção nesse aspecto. Isso quando não revelam apelidinhos direcionados a situações sórdidas (não vou exemplificar, esse é um blog de família). Eu já tive namoros em quantidade e tempo de relacionamento consideráveis e, juro, meus amigos nunca tiveram conhecimento dos meus apelidinhos retardo-carinhosos e olha que eu já tive vários apelidinhos. Claro, é perfeitamente normal que os casais se tratem dessa maneira, acho que não há casal que não faça, mas não na frente dos outros!
Então, leitor (ou leitora) , vamos combinar, vamos fazer um pacto nesse momento. Da próxima vez que quiser mandar um recadinho babado para seu “morequinho”, não o faça de forma pública, tipo um scrap “Te amo, meu taradinho”, e não me venha dizer que as pessoas vêem porque estão fuxicando a página de recados do seu amado porque os amigos dele não são obrigados a ler sua distribuição de mel na hora de deixar os próprios recados para o amigo. Outra: não o chame por apelidinhos frescos na rua, como “Tchutchuuuuuco, vem cááá!”.
Eu sei que para o casal isso parece perfeitamente normal mas, para quem está de fora, você acaba fazendo um papel no mínimo bobo, para não dizer ridículo.
Ah, e não morda a orelha dele em público também, por favor.

Quebrei uma caneca hoje… Caiu no chão… Era minha predileta… Um dia sem chá em respeito à minha caneca.