You are currently browsing the monthly archive for Julho, 2008.

Ahá! Voltei e você nem esperava, não é, leitor? Tenho sido tão descuidada com esse blog… Desculpe a ausência por tanto tempo… Assustei com a imagem? Seja sincero, porque isso faz toda a diferença durante a leitura desse post. Portanto, ao final, deixe seu ponto de vista no quadro de comentários, gostaria muito de saber sua opinião.
O negócio é o seguinte: estou de férias, tenho assistido TV como nunca, conseqüentemente tenho assistido People and Arts como nunca e Miami Ink como nunca (sem citar que o P+A agora conta com Los Angles Ink também). Por mais que eu goste muito desses programas e que muitas vezes eles mostrem os preconceitos que os tatuados sofrem, o que a maior parte dos episódios me mostra, pricipalmente quando o foco é a vida dos tatuadores, é que as pessoas tatuadas e as não-tatuadas não se misturam. Weird…
Não é bem esse o caminho que quero seguir nesse post, então permita-me deixar essa discussão para mais tarde e começar outra. 
Em outubro do ano passado fiz minha primeira tatuagem. Por enquanto a única. Minha tattoo está longe de ser discreta apesar de nao ser muito grande. Não vou descrevê-la porque não gosto de divulgá-la na internet, mas cabe dizer que tem mais ou menos o tamanho da palma da minha mão, é colorida e discretamente situada no meu ombro direito. Linda, por sinal, modéstia a parte. Bom, seguindo o assunto, tive contato com as reações desde que saí do estúdio, com aquele plástico nojento o curativo colado no meu ombro, e peguei um ônibus. Acho que não era tanto pela tatuagem porque o desenho estava um tanto difícil de se ver sob a gosma a secreção da pele e sim pelo plástico que indicava a presença de uma tatuagem recém-nascida. Leitor, não imagina as caras das pessoas que passaram por mim. A reação mais engraçada foi de uma garotinha que vinha na direção oposta a mim, tagarelando feliz com um homem que imagino que fosse seu pai e puxando uma mochila de rodinhas. Quando achou que já estava a uma distância razoável de mim a menina interrompeu o que quer que estava falando e disse “Ela acabou de fazer aquela tatuagem. Maneiro, né?”. Grande garota. Quando papai menos esperar ela aparece com uma.
Durante os primeiros meses eu notei o quanto certas pessoas ficavam admiradas e algumas assustadas. Alguns velhinhos passaram (e passam) por mim com uma certa expressão de “essa juventude está perdida”. Fui parada na rua para receber elogios sobre minha tattoo, mas não é essa a reação de que mais gosto. Digo que gosto porque chega a ser engraçado. Minha pele é muito branca, o que fazcom que a cor da minha tatuagem seja bem forte. Não só pela cor, mas também por ser localizada no meu ombro, não há como não perceber a presença da tatuagem se estiver a mostra. Isso faz com que algumas pessoas comentem (normalmente elogiem) como se fosse uma obrigação. Dá pra ver que é como uma obrigação. É uma coisa tão na cara, quase piscando, que as pessoas acabam se sentindo na obrigação de dizer alguma coisa. Weeeird…
Agora nem percebo mais. Vez ou outra passa alguém por mim na rua fazendo uma cara estranha e acabo procurando alguma possível sujeira nas minhas roupas para só mais tarde lembrar que sou tattooed e as pessoas, por incrível que pareça, ainda não estão completamente acostumadas com isso. Chega a ser engraçado, porque hoje em dia é difícil saber quem não tem uma tatuagem, nem que seja pequenina. Quero fazer outras, mas é bom pensar bem.
Bom, querido leitor, acho que já falei demais. Hora de dar sua opinião. E aí? Já está formada?

Acabei de tomar o último gole do meu chá. Capim Cidreira. Boa essa experiência, acabar o post e o chá ao mesmo tempo.

Eu ia escrever sobre a lei de Murphy. Já tinha o post pronto, com provas e tudo, enorme. Mas parei e pensei bem… Murphy que vá pro inferno porque quem manda na minha vida sou eu!
Tenho passado por umas situações meio complicadas, mas não cabe contar aqui. Anyway, Murphy veio muito à minha cabeça esses dias. Comecei naquela típica “não poderia ficar pior“, passei pela “porque eu?!?!” e fui até a “INFEEEEERNO!“. Porém, depois de algumas (lê-se muitas) horas de sono e alguns comprimidos de Serenus, mandei Murphy para as cucuias e comecei a reorganizar minha situação.
Bom, não importa o que está acontecendo comigo, leitor, mas, o que quer que esteja acontecendo com você se estiver passando por dias ruins, não culpe Murphy. Esse sujeito não tinha mais o que fazer, sinceramente. Pense bem, leitor, no que você teve a contribuir para a situação porque Murphy não é um fantasma que ronda a vida de todos nós nem sua teoria é tão forte e válida como a gravidade, por exemplo.

Pronto, falei.

Preciso de um chá para acalmar, mas a essa altura não sei mais.

A dona da casa.

19 anos, estudante de Letras, nascida e criada em Niterói, enrolada e desligada. Certas dúvidas quanto ao futuro, mas quem tem certeza? Tenho grande paixão por livros e como todas as azeitonas da pizza. Esperava um pouco mais desse mundo e só acerto nos doces. Aceita um chá?

O passado condena.

Quantos já passaram por aqui?

  • 2,929 acessos não-imaginários

Quer falar comigo?

nanalbomfim@gmail.com