Aqui está nosso post comemorativo. Muito obrigada aos leitores que vieram opinar e parabéns ao Marcos por ter sido o escolhido e à Cau por dar força à idéia. Comentários sobre os blogs (que, aliás, já estão nos links faz tempo) no final do post.
Como faço Letras e erros alarmantes e mau uso da língua portuguesa me deixam em cólicas mais do que o normal, achei que seria interessante contar algumas situações pelas quais passei e comentá-las. Vou deixar um conto pronto para o próximo post, pra dar uma variadinha.
O vocativo
Começo por esse porque vejo como as pessoas têm dificuldade em usá-lo, ou melhor, como as pessoas teimam em não usá-lo. É uma coisa tão simples e aprendemos tão na base da nossa educação escolar que acho que acaba esquecida. Tenho dois exemplos desse cara:
O primeiro foi um baque. Eu vinha feliz e saltitante (mentira, eu estava de carro) pela rua quanto vi um cartaz, sem brincadeira, gigante, em um prédio ainda na base da construção. A corretora, feliz com a venda de todos os apartamentos ainda na planta, mandou fazer o cartaz que dizia em letras garrafais “Obrigado Niterói!” SEM VÍRGULA! Eu tinha ataques toda vez que passava por lá. O pior é que passava todo dia… Tinha um desejo secreto de passar de madrugada e fazer uma virgulona de tinta vermelha.
O segundo caso é bem recente e ainda pode ser visto se você ligar sua televisão por algumas horas, na propaganda da Visa, onde todo mundo diz ao Luiz que ele deve sair de férias. O problema é que a sugestão não aparece com vírgula em nenhuma das ocasiões, nem com a variante que pode ser usada no lugar da vírgula no vocativo, a exclamação. Pior do que aparecer sem vírgula, “Luiz saia de férias”, é aparecer com dois pontos, ”Luiz: saia de férias”. Essa me deixou triste.
Claro que tenho mais muitas histórias sobre vocativos esquecidos, principalmente em msn e afins, mas não vou soterrá-lo em vírgulas, caro leitor.
A regência
É outra esquecida, tadinha. Aliás é a maior prova da pobreza da aducação no nosso país. Fui comprar sorvete no McDonald’s com minha tia há uns anos atrás e a atendente do quiosque soltou “É duas casquinha?”. Imagina o embrulho no meu estômago? Mas essa tem explicação. A gente aprende em Lingüística que isso é economia de plural. A pessoa pensa, no íntimo de seu ser, “tudo bem que são duas, mas vou colocar plural em tudo pra que? Desperdício! Em uma palavra só dá pra entender.” Passou a mensagem.
O pleonasmo
Esqueça o “subir para cima”, leitor, ele é fichinha. A moda agora é internacional, é o “plus a mais”. Assumo que uso muito esse, mas de brincadeira. Outros clássicos como “encarar de frente”, “elo de ligação” e “maluco da cabeça” nunca saem de moda. Não vou contar nenhuma experiência com esses não. Procure você leitor, na memória, a última vez que ouviu uma pérola dessas, e ria um pouquinho, porque eu adoro rir de coisas que eu lembro.
Seje
Esse me deixa arrancando os cabelos. Um comentário breve: ouvi um(a) colega de Letras soltando essa pérola. Dormi mal esse dia… Brincadeirinha.
A cedilha
Esse eu juro que pensei que não encararia mais. Porém é incrível o número de pessoas que não sabem usar a pobrezinha. Saem tacando a coitada em tudo que é C que vem pelo caminho. Dia desses estava conversando com um amigo (juro que não lembro quem, não adianta perguntar) e comentei que tenho visto muitas pessoas usando Ç antes de E e I. Para minha surpresa o amigo soltou: “Qual é o problema?!”. Imaginou minha cara de “como assim?!”? Você tem ótima imaginação, leitor, deve estar rindo de mim agora. Acabei tendo que explicar ao meu amigo (ou melhor, reforçar o que a professora do primário explicara) que não se usa Ç antes de E e I nem no ínicio da palavra.
Termino com a cedilha, já que ela é o título do post e porque o papo com o amigo foi o mais recente dos casos.
Quero fazer um apelo às professoras primárias do Brasil: Massacrem seus singelos alunos com, pricipalmente, vocativos e cedilhas, para que, quando eles forem grandinhos, não paguem esse micão.
Sobre os blogueiros que me ajudaram com suas opiniões, aí vão as propagandas:
O blog do Marcos, DeScência do IndeScente, é super inteligente e trata de assuntos polêmicos e engraçados. Tudo ao mesmo tempo e muito bem escrito.
O da Cau, que deu a maior força à idéia do Marcos, Duhs, clichês e blablabla, tem um papo mais pessoal, mais da maneia dela de ver, porém não menos inteligente.
Os dois são ótimos! Recomendo e leio sempre.
Leitor querido, já deve estar cansado do meu papo. Portanto, bom chá, cuidado com o vocativo e logo vem o próximo post.
PS.: Vou continuar aceitando idéias, então se quiser saber minha opinião sobre alguma coisa, qualquer coisa, religião, sexo, política, televisão, livros, filmes, o que for, é só deixar um comentário ou mandar um e-mail para nanalbomfim@gmail.com. Obrigada a todos que mandaram idéias, logo logo elas serão utilizadas de alguma forma.
PS².: A partir desse post, respondo os comentários logo abaixo dos mesmos, já que agora aprendi como se faz. Você que deixou um comentário, é só dar uma passadinha lá que a resposta estará logo abaixo o mais rápido possível.

19 comments
Comments feed for this article
Maio 7, 2008 às 11:12 am
Ana
Mari, você como sempre, ótima!
Adorei o tema, e como nós sofremos diante dessas “pérolas”, mas é natural em se tratando de Brasil, onde o povo mal conhece a própria linda língua que tem. Só não admito que o erro coloquial acabe virando norma, porque aí já seria demais!
Incrível o tema, e mais incrível ainda é a sua abordagem. Parabéns, o blog está muito fofo!
^^
beijinhos!
-> Obrigada, Ana! E como sofremos, uh? Verdade, é só não virar norma. Acho que o que falta é interesse. Porque eu (e, acredito, você também por estar fazendo Letras) sempre quis falar bem a língua, então nunca esqueci como se usa vocativo. ¬¬
Obrigada pelos elogios! Me acabo lendo seu blog também!
Beijo!
Maio 7, 2008 às 1:30 pm
Raia
Juro que nunca usei, mas sempre ouvi “elo de ligação” e “maluco da cabeça”, sem nunca haver me tocado, por isso esse post até serviu um pouco de lição.
Gostei do que você escreve. Lerei sempre.
-> “Maluco da cabeça” é o que mais me irrita. Fico pensando “Seria maluco do que mais? Do fígado???” São muitos os pleonasmos. Passa no blog do Marcos porque ele escreveu um post com um monte deles.
Maio 7, 2008 às 3:15 pm
felipeluno
Uma coisa que dói, mas dói mesmo, apesar de não ser erro de ofensa à lingua portuguesa é quando ouço meu vizinho dizer: “Ah, eu tenho a minha própria psicologia”. Afinal, é claro, temos a Psicologia para Freud, segundo Jung e de acordo com o Seu Neto, meu vizinho. o.O
Erros gramáticais são comuns (não que isso torne o pecado menor) mas talvez, o pior erro seja não estudar e ir atrás de aprender a falar corretamente.
Nós sabemos que hoje, se alguém fala errado em público, por mais válido que seja seu argumento, corre o risco de ser ignorado.
Como proposta para o próximo post, eu sugiro: porque ainda falamos sobre o caso Isabella? Quantas crianças já morreram nesse país e nós nem prestamos atenção.
um beijo e parabéns pelo trabalho
-> Com certeza, Felipe. Toda vez que alguém solta uma gafe de gramática acaba tendo os argumentos ignorados. Isso se quem estiver ouvindo tenha um pouco mais de conhecimento, né?
Gostei da sua proposta. Já está no meu caderninho.
Maio 7, 2008 às 5:26 pm
Marcos
Hahaha! Adorei! Muito legal mesmo
Embora você tenha comentado pouco, o SEJE é o que considero mais hilário… “que você seje muito feliz!”
Alguns casos são até perdoáveis… Quando se trata de pessoas mais excluídas de uma educação digna deste nome. Mas em outros casos, a gente se revolta mesmo. “Seria engraçado se fosse trágico (ou será o contrário?) heheheh
ah! e obrigado por ter “escolhido” a minha sugestão (reforçada com a Cau) =D obrigado também pelos ótimos comentários sobre o meu blog!
abraços!!
-> Não comentei muito sobre o seje, Marcos, pra não ter que lembrar muito da situação… xD
Achei sua sugestão super legal, até porque se encaixa bem na minha vida universitária. Seu blog merece os bons comentários, com certeza.
Abraço!
Maio 7, 2008 às 5:28 pm
Marcos
Só corrigindo…
“Seria engraçado se NÃO fosse trágico (ou será o contrário?)”
Maio 7, 2008 às 10:46 pm
Nuno
Great!
E é aquilo, né? Temas de utilidade pública são sempre um “plus a mais”! =]
-> auhauahuah Com certeza, Bruno, com certeza.
Maio 8, 2008 às 1:11 am
Cau
Ahhh! hahahaha
Boa noite, querida européia Nana!
Adorei o post, não aguentava mais passar aqui e todo dia dar de cara com o Você Decide! Quase te mandei um scrap, mas não é legal apressar a inspiração de alguém. Ou perturbar. hehe
Você só esqueceu de algumas coisinhas como ‘menas’ (aaaaargh), ‘intoxicação’ (com pronúncia de ‘intochicação’), pra ‘mim’ fazer e tal. Mas te entendo. Dói escrever essas coisas. Até brincando. Até num simples comentário como esse. rs
Muuuuito obrigada pela indicação ao meu blog, tão carinhosa! (vocativo 8))
Nana: Escreva mais! HAHAHAHAHAHAHAHA
Beijão!!!
Obs.: Eu quero fazer esse reply de comentário também. Como é> No meu brogue nao tem isso… Chuif…
-> Hey, Cau! Que bom que você gostou! Não escrevi sobre todas as gafes porque o post ficaria quilométrico. Depois eu escrevo um “É com cedilha? 2, a volta do português atropelado”. Seu blog merece a indicação! Ah, muito bom saber que você aparece por aqui too dia procurando meus posts! Vou tentar postar com mais freqüência. Tem sido meio difícil porque eu tenho feito muita coisa, mas vou tentar agitar por aqui. Beijão!
PS.: Dá pra fazer no seu sim. Quando você for ler a página de comentários no Painel, é só clicar em cima do nome de quem escreveu. Você vai parar numa página de edição. Aí é só escrever em baixo. ^^
Maio 8, 2008 às 7:39 am
Leandro
O reply de comentário eu tb quero aprender. Fiquei muito curioso para saber como se faz isso.
Outra coisa - parte de consultoria lingüística: certa vez um professor disse que não é possível usar “porém” no início da frase, só no meio e no fim. Notei que você usou… Procede? Ou é loucura (ou estilo)?
E, na boa, as concordâncias são o que mais me incomodam… Esse papo de economia de plural não está com nada. E eu, grosseirão como sou, corrijo todo mundo no ato.
-> Dear Leandro, a explicação sobre o reply está logo alí na resposta à Cau. Qualquer dúvida é só perguntar.
Sobre o “porém”, sempre usei e vi em início de frase. Pode ser que seu professor estivesse enganado. O único problema é que essas palavras têm que ser usadas com cuidado pra fazerem sentido na frase.
A economia de plural está aí, né? Fazer o que? A gente tem que aceitar que a língua tem vertentes de acordo com as necessidades de cada grupo de pessoas, mas isso não quer dizer que esses erros vão virar normas, como disse a Ana.
Obrigada pela visita!
Maio 8, 2008 às 9:18 am
Maria Isabel
Primeiro, minha apresentação: Oi Nana, aqui é a Bebel do Gossip Junkies. Cheguei no Chá pela Cau e pela Thais (Risada Escandalosa), já tinha lido vários outros posts mas sem comentar. O blog é muito bom, parabéns!
Agora, comentando o post: erros gramaticais me irritam também. Minha mãe é professora de português e espanhol, convivi com isso e adoro o bom português. E erros como “seje”, “pra mim fazer” e o problema da regência acabam comigo, rs. Uma vez a secretário do meu colégio disse “menas” (Cau, essa é pra você) e meu antigo professor de artes escreveu coisas lindas e poéticas como “artezanato” no quadro. Pois é, inacreditável. Sem falar nas placas mal escritas pela rua (uma vez vi em Cabo Frio uma placa que dizia: “entrega a domicílio”). Uma coisa. Tá, confesso que uso uns pleonasmos de vez em quando — “elo de ligação” na aula de química é o mais comum — e sabe que até gostei do “plus a mais”? Hahaha!
Enfim, adorei o post e a temática do blog, vou voltar! Beijos!
-> Olá, Bebel! Pode puxar uma cadeira e sentir-se em casa! Aceita um chá? Obrigada pelo elogio! É muito bom saer quando gostam do blog. ^^
É o que eu disse no post, falta de interesse. Aprende quem quer. Quem lê, escreve, tem prática com as palavras, não comete gafes assim… Gostou do “plus a mais”, né? Eu adoooro!
Beijos!
Maio 8, 2008 às 11:26 am
Thais
HAHAHA, posso tentar fazer um post nesse estilo qualquer dia. No cursinho ano passado eu ouvi até professor dizer ’seje’, ao menos não era de Língua Portuguesa, era como uma agulhada debaixo da unha, o duro era que só eu e meu amigo Diego percebíamos essas coisas, de repente olhávamos um pro outro na hooora e fazíamos aquela cara de espanto que você deve muito bem saber qual é. ahahahaha.
Dava vontade de dizer “seje menas burra!”
Eu achei que só eu percebesse a do ‘Luis saia de férias’, nunca escutei ninguém comentando.
Aqui em Goiânia passa uma propaganda de uma loja de construção onde o “a vista” deles não aparece craseado mas o “à prazo”, sim. Hahhaa, morro de rir.
Parabéns pelo post, j’adore!
:*
-> O mais engraçado, Thais, é que, antes de começar a escrever sobre a propaganda, dei uma olhada sobre comentários acerca dela na internet e só encontrei fóruns que discutiam de a frase deveria ser “Luis entre de férias”. o.O
Ninguém (repito: NINGUÉM) questionou a falta do vocativo. Esse povo, vou te contar…
:*
Maio 8, 2008 às 10:03 pm
Ricardo Brenelli
765 visitas! O.O
Manda esse público pro meu blog!!!
É sempre bom comentar os erros de português.
Se quiser/puder, corrige os meus de inglês.
abraço, df.
(it stands for dear friend, not designfreak)
-> My dear, tenha paciência. Já já seu blog estará pop.
Pode deixar que ficarei de olho na sua escrita. Já linkei.
beijo, df
Maio 9, 2008 às 12:13 am
gentegrande
mariii !! fiz meu blog!!
to muito feliz!
(é amanda)
-> Dá-lhe Mandieeeenha! xD
Maio 9, 2008 às 9:54 am
Amanda
pode linkar mari , já linkei o seu !
eu não diria copiar, diria que eu usei a minha “licença poética”
(sem querer parecer pretensiosa) para pegar emprestadas essas expressões.
Risos…
beijos
-> Eu também não posso falar nada porque estou copiando Machado. rs…
Maio 9, 2008 às 2:33 pm
Dave Grael
Bom, para os leigos como eu, que só sei falar a lingua portuguesa, o risco de escrever aqui é muito grande, mesmo!
Blog bem frequentado, quantitativamente e qualitativamente falando.
“Bom, pareçe até brincadeira que quanto menas coisa se escreve, mais erros aparece, mas num estressa nao que eu num sou maluco da cabessa de entra pra dentro de um assunto que as pessoa sabe mais que eu.”
Pronto! foi só pra quebrar o gelo. rs…
Bom, como sugestão gostaria de sugerir (rshshrhrh) que você conte-nos sua opniao sobre a questão da proibição do manifesto popular a favor da legalizaçao da Maconha, esse tema sofre muito preconceito devido ao fato das pessoas se prenderem a uma discussão de “legalizar ou nao”, e se esquecerem de falar sobre a repressão de ideias e liberdade de expressão.
Grande beijo!!
-> Hey, Dave! Já agradeci pelo comentário na sexta, mas só agora tive tempo de responder. Aquela fala entre aspas foi pra me causar um surto? Brincadeirinha, adorei. Sobre a questão do manifesto a favor da Maconha, vou escrever assim que possível. Ainda não tinha pensado muito nisso, mas agora você está me obrigando a criar uma opinião sobre o assunto. Hehe. Mas vou escreve rum post sobre isso sim, me aguarde. Beijão!
Maio 9, 2008 às 9:14 pm
Thais
Gostei do visual novo, eim. Quero um ‘clean’ pro meu também. Fundo preto é horrível para ler, cansa muito.
Beijo!
-> O desing ainda não é o que eu gostaria, mas o definitivo está em andamento. Beijo!
Maio 10, 2008 às 12:11 am
Nathália Mantovani
Mari,
Aqui é Nath da UFF.. Nossa, seu BLOG está fofo!!!
Adorei os posts, muito criativos!!!
Parabéns, viu?
Sucesso!!!
o/
-> Obrigada, Nat! Beijão!
Maio 11, 2008 às 12:51 pm
Nuno
Hey hey!
Então, gostei MUITO da apararência nova, viu!
Os textos justificados, o fundo branco… ‘tá bem bonito, mesmo!
Você gosta de política? Porque você tá pedindo temas novos, certo? Eu acho a questão do biodiesel uma muito boa. Não sei se você sabe, mas essa política de incentivo ao biodiesel vem sendo criticada. Há quem diga - o que pode, sim, ser verdade - que muitos produtores vão deixar de produzir alimentos para faturar mais com a produção do tal diesel vegetal. O resultado SERIA o aumento dos preços e até a falta de alimentos no mercado. Eu adoro política e até tenho minhas opiniões a esse respeito, mas meu blog tem uma proposta diferente, não dá pra meter um post sobre uma questão assim lá. Bom, era só isso.
bjo
-> Hey, Nuno! Obrigada pelo elogio ao desing mas, como disse à Thais logo alí, esse ainda não é o definitivo. Me aguardem. xD
Sobre a política, não sou muito chegada não, mas como estou disposta a atender a todos os pedidos de leitores, com certeza escreverei um post sobre o assunto. Vou pesquisar, me inteirar e já já escrevo. Obrigada pela idéia! Beijo.
Maio 12, 2008 às 12:23 pm
The Door
muito bom o post,parabens (parabens tem acento?) enfim, dá até vergonha de postar algum comentário e ele ter erro de português.
-> Tem sim, parabéns tem acento. Mas não se preocupe não, eu ladro mas não mordo. rs.
Maio 13, 2008 às 12:01 am
MaryBessa
caraca… nana a melhor prof de todos os tempos!
é serio, eu não sabia essa de não poder usar cedilha antes de I e E o.o’
ou eu era muito lerda, ou eu esqueci, ou minhas profs eram péssimas!
hauahauahaua
adorei mamy
;**
-> Ou todas as opções ao mesmo tempo. uahuahauh Brincadeirinha! Beijo, xuxu!